terça-feira, 14 de julho de 2015

PARQUE DOS LÍRIOS - FUKOREI - SHI, KUNO FUKUROI, SHIZUOKA PREFECTURE/JAPÃO




























Fonte: Parque dos Lírios - Fukorei-Shi, Kuno Fukuroi, Shizuoka - Prefecture/Japão
Fotos de Marcio Mancini - Japão - Messiânico Brasileiro /2015

MENSAGENS DE COMPORTAMENTO

Ciúme sadio ou ciúme doentio?

O ciúme pode externar-se por muitas formas de emoções como a ira, humilhação, ansiedade, tristeza, ódio, decepção e vergonha. Com elementos assim tão vagos e pessoais, o ciúme é um sentimento complexo, que desafia uma investigação científica. A ciência não duvida do ciúme. A psiquiatria reconhece certas formas extremas de ciúme como um tipo de paranóia (distúrbio mental caracterizado por delírios de perseguição e pelo temor imaginário de a pessoa estar sendo vítima de conspiração). Aliás, parece próprio do ciúme estar sempre associado a alguma forma de medo ou insegurança. Tipicamente a pessoa ciumenta precisa de constante reafirmação de seu amor-próprio. Em geral, ela desconfia de seu próprio valor e, por isso, tende a julgar que não é tão importante e nem bastante amada. Para muitos cientistas sociais o ciúme só aparece como efeito do processo pelo qual cada pessoa aprende a conviver com seus pares dentro da sociedade. Já muitos psicólogos estão convencidos de que se trata de impulso inato, talvez relacionado com o processo biológico de seleção dos parceiros.

O mais provável é que as duas classes de fatores – sociais e instintivos – possam determinar reações do ciúme. Nessa hipótese, a tendência ao ciúme seria impulso latente normal de toda pessoa. Mas a forma como a pessoa é educada, tanto poderia reduzir como também intensificar essa tendência.

O relacionamento amoroso leva a um instinto de posse – posse do corpo, das atitudes e do pensamento do(a) parceiro(a). Quando existe a posse de algo se tenta esconder, não expor, não ser visto ou tocado por outros, principalmente se este outro for do mesmo genêro. As atitudes de ciúme levam às vezes a prejuízos físicos e psicológicos irreparáveis, chegando até a castrações ou mutilações físicas. O prejuízo da resposta amorosa do casal estará sempre presente frente a atos de ciúmes intensos, que tira a liberdade de pensar e de agir do companheiro(a).

As mulheres são mais ciumentas?

O mito social leva a este pensamento, mas este julgamento talvez resulte de uma falsa interpretação dos fatos. Por exemplo, crimes passionais cometidos por mulheres ciumentas atraem muita atenção da sociedade. Isso pode sugerir que as mulheres estão mais sujeitas aos desatinos do ciúme. Mas, na realidade, entre cada dez homicídios cometidos por ciúme, apenas um ou dois são cometidos por mulheres. Também outro pensamento a favor de que as mulheres têm mais razões reais de ciúme é a idéia de que os homens são notoriamente infiéis. De outro lado, no casamento tradicional a situação da mulher é, tipicamente, de dependência material e moral. Dependência gera insegurança e insegurança gera ciúme. Segundo o psiquiatra Eduardo Ferreira Santos, “Geralmente o ciúme masculino é de caráter sexual enquanto o feminino tem características afetivas. O homem teme ser “traído” e nessa postura estão inseridos a posse, a exclusividade, o tabu da virgindade e outras marcas da nossa cultura. Por outro lado ,o ciúme da mulher está ligado ao medo do homem se apaixonar por outra”.

A maioria dos psiquiatras diria hoje que a diferença entre ciúme sadio e ciúme doentio é uma questão de grau e de interpretação pessoal do observador. Alguns sugerem que o ciúme passa a ser doentio na medida em que chega a comprometer a satisfação de um relacionamento em diferentes aspectos: social, moral, e emocional. É evidentemente “doentio” sentir-se compelido a manter uma ligação que, em vez de oferecer tais satisfações, aprisiona a pessoa nos tormentos do ciúme.

Muitos maridos sentem ciúmes das amigas da mulher, assim como muitas mulheres sentem ciúmes dos amigos do marido. Em geral, esse tipo de ciúme não advém de nenhuma suspeita concreta de infidelidade.A causa do ciúme, nesses casos, provavelmente estará ligada à insegurança da pessoa ciumenta: ela sofre ansiedade por sentir-se excluída da ligação afetiva da pessoa amada com alguém.

É relativamente comum, por exemplo, que a mulher tenha ciúme da amizade entre o marido e uma companheira de infância ou dos tempos de solteiro. A mulher sabe que nunca poderá ter papel na história de vida que os dois comungam. Se não estiver convencida de seu próprio valor e da importância afetiva que tem para o marido, a mulher pode sentir-se vagamente ameaçada e ir acumulando hostilidade, consciente ou não, contra o marido, seu amigo ou ambos. Interessante é o seguinte aspecto: Quem provoca mais ciúme numa pessoa é o rival menos atraente do que ela. Como em qualquer outra competição, o rival mais dotado é sempre mais temido como ameaça; mas, de outro lado, é sempre mais humilhante ser vencido por um antagonista mais fraco. Se o marido a trair com uma mulher menos bonita, de condição social ou moral inferior, menos elegante ou inteligente, a mulher tenderá a sofrer mais ciúme do que se a rival for superior a ela no conjunto de qualidades.A personalidade da pessoa ciumenta apresenta características de timidez, sendo também relacionada com sentimentos de insegurança.

O tratamento do ciúme doentio é possível. Se a origem do ciúme for algum sentimento de inferioridade e de insegurança básica da pessoa, é possível melhorar a confiança dela em si mesma através das técnicas de psicoterapia e mediante atitudes corretas de apoio afetivo no meio familiar. Uma vez reduzido o sentimento de insegurança, talvez ela consiga alívio para a aflição do ciúme. Só quem confia em si mesmo pode confiar em outros, de modo que parece lógico começar pelo fortalecimento da autoconfiança.

A relação entre amor-próprio e ciúme varia de um genêro para outro. Quando uma mulher é ciumenta, na maioria dos casos ela já se sentia insegura ao iniciar-se a ligação; isto é, desde o começo ela não estava muito segura de seu próprio valor, tinha baixo autoconceito. Já entre homens é mais comum ocorrer o contrário: depois de estabelecida uma situação causadora de ciúme ele começa a sentir abalado o amor-próprio e passa a duvidar mais de suas qualidades.


Dr Celso Marzano – Urologista e Terapeuta

Pós graduado pela SBRASH e Professor da Faculdade de Medicina do ABC-SP




Aprendendo a lidar com a raiva 

“A raiva acaba por ser tornar uma fortaleza de defesa para quem se sente sem poder. A raiva é muito mais uma fuga dos próprios sentimentos”. Qual sua reação quando algo não acontece como gostaria? Ou diante de uma injustiça? Você consegue identificar as situações que o faz sentir raiva? Quando a sente, em geral você a expressa de alguma maneira ou a reprime? Como foi a última vez que teve um acesso de raiva? Caso tenha consciência do que gerou seu último acesso de raiva, será que era mesmo esse o motivo? Sabemos que a “raiva” deseja o que quer, quando quer e nas condições que quer, como se não houvesse o menor controle sobre ela. 

Descobrir a raiva em si pode indicar descobertas muito maiores e que devem ser reveladas, mas se não for explorada pode se tornar um grande obstáculo para investigar outras emoções mais profundas. A maioria das pessoas que fica zangada com freqüência pensa que conhece bem suas emoções, principalmente por causa de seus acessos. 

Quem sente raiva quase sempre acredita que a raiva em si seja um sentimento genuíno, o que nem sempre corresponde à verdade. Nem sempre sabem o que estão realmente sentindo além da raiva facilmente perceptível, que em geral devasta tudo que está no caminho, como se fosse um furacão, deixando apenas como conseqüência os prejuízos. Os acessos de raiva são experiências muito dolorosas, tanto para quem as sente, como para quem é alvo dela. Porém, em muitos casos, a raiva acaba por ser tornar uma fortaleza de defesa para quem se sente sem poder e faz o possível para enfrentar um mundo que para ela é assustador. 

Algumas situações de frustração podem fazê-lo querer provar de quem foi a culpa ou jurar vingança, quando na verdade podem ser expressões de desespero e desamparo. Lembre-se de alguma situação em que alguém o tratou assim, jurando que você iria pagar pelo que fez. Será que essa pessoa não estava se sentindo desamparada? 

Uma pessoa muito zangada, na verdade, está amedrontada e assim, ataca. Toda hostilidade tem origem no medo, no desespero, em não saber como agir e como defesa, acaba por atacar. A raiva parece gerar uma coragem além do que acredita ter, podendo se tornar tão compulsiva que resulta quase sempre em violência. A pessoa irada parece estar sentindo qualquer sentimento, menos medo, mas não só está com medo, como apavorada. Pavor de perceber que não é capaz de controlar tudo. E sentindo-se assim, também deve sentir muita dor, porém essa dor é negada. Ou seja, sob a raiva há a dor e sob essa dor há o medo. 

A dor pode ter sido causada por diversos motivos, a morte de alguém querido, a perda de um emprego, a falta de dinheiro para pagar as contas, um processo perdido, uma injustiça contra sua pessoa, o diagnóstico de uma doença, ter sido maltratado e quem o tratou assim não sentiu arrependimento, ou outros tantos fatores. 

Como essa dor foi desprezada e negada, acaba por ficar reprimida e necessita ser manifestada de alguma forma, sendo muitas vezes expressa em forma de raiva. A raiva pode ser uma dor que foi reprimida e, por ser tão intensa, se torna mais fácil ficar irado do que entrar em contato com a dor. 

Mas é preciso lembrar-se que a dor não desaparece com um acesso de raiva, muito pelo contrário, pode gerar mais dor pelas conseqüências que essa expressão pode causar. Quanto mais a dor é negada, maior e mais freqüente será a raiva, que é duplamente dolorosa. A dinâmica interior não é sua raiva, mas a causa da sua raiva. Essa é sua dor. Buscar essa causa é o que diminuirá de senti-la. Nem sempre quem o faz sentir raiva coincide com a causa da sua dor. A raiva é muito mais uma fuga dos próprios sentimentos. 

A raiva também se manifesta em situações de impotência, a qual faz com que você se considere sem valor, incapaz de fazer diferença para alguém. Se a dor perante os fatos for profunda, poderá ser encoberta pela raiva, que o faz agredir por não se sentir capaz de amar e assim rejeita o amor dos outros – e que tanto necessita – por não acreditar ser merecedor desse amor. 

A raiva impede o amor e isola a pessoa que a sente. É uma tentativa de afastar o que mais deseja: companhia e compreensão. No fundo acredita não ser capaz de ser entendido ou que não merece tal compreensão, tornando-se o primeiro a rejeitar qualquer possibilidade disso acontecer. O amor não ameaça forma alguma de vida, mas alimenta, apóia, busca acima de tudo a harmonia. 

Como lidar com a raiva 

Na próxima vez que sentir raiva, procure identificar se há medo ou dor por algo que aconteceu. Entre em contato com seus sentimentos, sem negar ou fazer que não os sente. Use sua raiva para descobrir mais sobre si mesmo. Ao se sentir com raiva, zangado por algo que ocorreu, pare o que estiver fazendo, falando ou pensando, opte por não gritar, atirar um objeto ou reagir com violência impulsiva, e volte sua atenção para o que estiver sentindo. 

Isso não será fácil, mas valerá o esforço. Canalize sua energia em sua consciência, que o impedirá de agir por impulso e busque explorar seus sentimentos, incluindo a dor que está sentindo. Nesse momento perceberá que ter um acesso de raiva irá desviar sua atenção da verdadeira causa: sua dor. Mas ao se confrontar com sua dor perceberá ser o caminho mais seguro para deixar de senti-la. 

Rosemeire Zago 

MENSAGENS DE AUTOCONHECIMENTO

Passos para ser feliz e se sentir bem consigo mesmo

Nem sempre esta é fácil se amar, quem nunca acordou se sentindo mal, se sentindo feio, com a autoestima completamente baixa? Nestes dias, existem algumas maneiras de dar a volta por cima. Confira algumas dicas que podem ajudar!

Durma bem

Durante o sono, o corpo renova neurotransmissores críticos para o bem-estar. Um estudo do periódico internacional Psychology Press revelou que pessoas que dormiam bem tinham uma capacidade de lidar com as emoções melhor do que aquelas com distúrbios de sono. Procure dormir pelo menos sete horas por noite.

Compare-se

É provável que você tenha um ou vários motivos para ficar feliz. Lembrar-se deles pode elevar seu grau de contentamento. Se isso não for suficiente, experimente uma técnica mais dramática. Uma vez por dia, complete a frase: “Ainda bem que eu não…” Pesquisas mostram que os níveis de felicidade aumentam quando nos comparamos a pessoas que estão piores do que a gente.

Conheça o seu limite

Um estudo da multinacional de saúde comportamental ComPsych revelou que 63% das pessoas sofrem com alto nível de stress no trabalho. E muita gente nem é apaixonada pelo que faz. Ao contrário, encara o trabalho como uma fuga da vida pessoal.

Evitar o problema central causa apatia – que pode ser o pontapé para problemas maiores, como depressão, perda de apetite, distúrbios do sono e falta de energia. Se você puder, tire um tempo para si mesma diariamente.

Peça auxílio

Procurar ajuda psicoterapêutica já é metade do caminho. O mais indicado é o tratamento inspirado na psicanálise. Os psicanalistas são treinados para escutar e manejar as situações de trauma sofridas pelas pessoas.

Transpire

Exercitar-se 30 minutos por dia pode ajudá-la a combater o desânimo por aumentar os níveis de serotonina, o hormônio que regula o humor e o pique. Comece com caminhadas curtas. Não importa a atividade escolhida – ioga, dança ou um DVD com exercícios funcionam. O segredo é a consistência.

Tenha metas realistas

Estabelecer objetivos é ótimo – desde que eles sejam alcançáveis. Pesquisas mostram que se levam em média dois meses para adquirir um novo hábito. Comece estabelecendo um objetivo por mês.




 
NÃO SE REJEITE ACOLHA-SE E TENHA COMPAIXÃO POR SI MESMO


Qualquer sentimento ruim pode se tornar a seu favor com alguns ajustes. Rejeitar é a pior coisa a fazer. Você se torna uma sucessão de fragmentos de personalidade sem consistência e sem força. 

Jung atribuiu o nome sombra aos aspectos de nossa personalidade rejeitados por nós mesmos, por medo, vergonha, ignorância ou desamor. “A sombra é aquela pessoa que você não gostaria de ser”. O poeta e escritor Robert Bly descreve a sombra como uma mochila invisível que cada um de nós carrega às costas. À medida que crescemos, vamos guardando na mochila todas as nossas características que não são aceitas pela família e pelos amigos. Bly acredita que passamos as primeiras décadas de vida enchendo a mochila e que gastamos o resto da vida tentando recuperar o que pusemos na mochila para aliviar o fardo. Mas todos os nossos chamados erros ou aquilo que a sociedade rejeita sobre nós, são os nossos maiores trunfos. É fácil entender. Se o Universo está contido em nós e nós estamos contidos no Universo, podemos ser a expressão de qualquer coisa. De avatar a assassino. Se nós não permitimos sentir algo que está aflorando em nós, estamos rejeitando parte de nós mesmos. Não que seja extremamente necessário executarmos as manifestações de nosso ser em todos os sentidos, como, por exemplo, matar ou violentar como forma de se aceitar. 

Mas o problema surge quando uma emoção aparece e se não a qualificarmos, imediatamente, como um bom sentimento, logo a sufocamos pelo medo de não sermos aprovados, ou mesmo causarmos decepção em quem amamos. Muitas pessoas acabam rompendo laços e indo morar em iugares distantes somente para sentirem a liberdade de serem elas mesmas. Conheço mulheres que ficaram com um enorme sentimento de culpa quando descobriram que poderiam odiar seus filhos e também seus pais. Normal, podem acreditar. 

O aprendizado na Terra também passa por esses sentimentos que são a manifestação oculta do amor. Somos duais, por enquanto. Ser por inteiro é também viver esses sentimentos. Quanto mais admitirmos poder ser qualquer coisa, de bandido a santo, ficamos menos preocupados em corresponder às imagens esperadas pelos nossos chefes, cônjuges, amigos, etc. Somos também mauzinhos, com muito amor, é claro. 

Um bom exercício para que possamos acolher nossos mais escondidos porões fétidos de nosso ser é responder às seguintes perguntas:.”Do que é que eu tenho mais medo? Quais os aspectos da minha vida que precisam ser mudados? O que pretendo conseguir com isso? O que mais temo que alguém descubra sobre mim?. O que mais me atemoriza descobrir sobre mim mesmo? Qual foi a maior mentira que já contei a mim mesmo? Qual foi a maior mentira que eu já disse a outra pessoa? O que pode me impedir de fazer o trabalho necessário para transformar minha vida?“ Estas frases são orientações da terapeuta Debbie Ford, em seu livro “O lado sombrio dos buscadores da luz”. 

Uma vez respondida as perguntas, com total sinceridade, convide todas as respostas dadas a se integrarem na luz para se transformarem numa expressão melhor. Qualquer sentimento ruim pode se tornar a seu favor com alguns ajustes. Rejeitar é a pior coisa a fazer. Você se torna uma sucessão de fragmentos de personalidade sem consistência e sem força. 

Mas seguindo o pensamento da mudança de percepção, quando se deparar com algum sentimento desconfortável, oriundo muitas vezes de algo que lhe chama a atenção, antes de julgar e se desequilibrar ou desconectar-se e agredir o outro, respire fundo e perceba o que realmente está sendo dito a você. 

Por que ficamos tão angustiados quando nos percebemos maus ou inadequados? Quantos de nós não teve vontade de se vingar ou de cometer um ato considerado indigno ou inesperado? Não se desespere ou se culpe, pois todos nós já fizemos isso. Desde os mais centrados aos mais impulsivos, sempre haverá um momento em que percorreremos aquele lugar dentro de nós do qual nos envergonharíamos de revelar. Não se rejeite, acolha-se e tenha compaixão por si mesmo. Reconheça todas as partes de você como necessárias ao seu desenvolvimento. Quanto mais negamos, mais o que nos desconforta se torna insuportável de admitir e contra nós. 

Estamos tentando unir as 2 pontas para manifestar a Unidade. Enquanto a dualidade permanecer no planeta, só nos resta amar todos os cantinhos do nosso Ser para mais adiante, nos sentirmos por inteiro. 

Vera Ghimel – veraghimel@oi.com.br





MOMENTO DE REFLEXÃO/MENSAGENS

As Pílulas da Fé 

Deus, em toda Sua sabedoria, lhe cobrirá de bênçãos incontáveis, pois seu interior não conseguirá medir a tamanha grandeza das muitas maravilhas que Ele tem reservado para você.

Certo farmacêutico, preocupado com o grande número de pessoas que o procuravam em busca da cura para dores de cabeça, teve a idéia de criar uma certa pílula, que ele mesmo chamou de “Pílula da Fé”.

Assim, cada pessoa que o procurava em busca de um remédio para curar sua dor de cabeça, levava para casa uma dessas pílulas, e a bula dizia: “Tomar apenas após ter certeza de que a sua dor irá parar tão logo você tome a pílula”.

Era tiro e queda: a pessoa tomava e a dor passava.

A história da pílula correu toda a região. Vinham pessoas de todos os lugares em busca da tal pílula. Certo dia, um cliente com muita dor de cabeça retornou à farmácia para se queixar. Ele levou um vidro de pílulas e as lançou no farmacêutico, dizendo que ele as tomava e que sua dor de cabeça persistia e, muitas vezes, ainda piorava.

O farmacêutico, então, perguntou-lhe se ele as tomava quando tinha certeza que queria ser curado, e o cliente respondeu que não, que ele as tomava porque as pílulas tinham simplesmente que cumprir o seu papel naquele instante.

Ah! Que péssima conclusão: ele não seguira a recomendação principal da bula e ainda assim queria ser curado.

Para refletir

É preciso acreditar antes na possibilidade de realizar seus objetivos e tudo aquilo que você já tenha planejado. O importante é acreditar em suas conquistas e resultados positivos, muito antes de se lançar na busca dos mesmos, pois a crença antecipada nos resultados que você deseja alcançar é o caminho mais correto, pois você demonstrará que crê nos resultados do amanhã. Você ampliará sua proporção de fé que, na medida de seu desejo, se tornará grandiosa um dia.






Faça a sua Parte 

Havia nos Alpes Italianos um pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para produção de vinho. Uma vez por ano, acontecia uma grande festa para comemorar o sucesso da colheita. A tradição exigia que, nessa festa, cada morador do vilarejo trouxesse uma garrafa do seu melhor vinho para colocar dentro de um grande barril que ficava na praça central. 

Um dos moradores pensou: “Por que deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho? Levarei água, pois, no meio de tanto vinho, o meu não fará falta”. 

Assim pensou e assim fez. Conforme o costume, em determinado momento, todos se reuniram na praça, cada um com sua caneca para provar aquele vinho cuja fama se estendia muito além das fronteiras do país. Contudo, ao abrir a torneira, absoluto silêncio tomou conta da multidão. Do barril saiu apenas água! “A ausência da minha parte não fará falta”, foi o pensamento de cada um dos produtores. 

Para refletir 

Nós somos muitas vezes conduzidos a pensar: “Tantas pessoas existem neste mundo que se eu não fizer a minha parte isto não terá importância.”
Jamais pense que sua parte não fará falta, você é uma peça fundamental para o mundo. Faça a sua parte, somente assim poderemos melhorar tantos pontos falhos existentes em nosso mundo. 





MENSAGENS DE AUTOAJUDA

Saboreie seu Café

Um grupo de ex-alunos, todos muito bem estabelecidos profissionalmente, se reuniu para visitar um antigo professor da universidade.

Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas de estresse no trabalho e na vida como um todo.

Ao oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e retornou com um grande bule e uma variedade de xícaras - de porcelana, plástico, vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras requintadas; dizendo a todos para se servirem.

Quando todos os estudantes estavam de xícara em punho, o professor disse: "Se vocês repararem, pegaram todas as xícaras bonitas e caras, e deixaram as simples e baratas para trás. Uma vez que não é nada anormal que vocês queiram o melhor para si, isto é a fonte dos seus problemas e estresse.

Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade nenhuma ao café. Na maioria das vezes, são apenas mais caras e, algumas vezes, até ocultam o que estamos bebendo. O que todos vocês realmente queriam era o café, não as xícaras, mas escolheram, conscientemente, as melhores xícaras... e então ficaram de olho nas xícaras uns dos outros.

Agora pensem nisso: A vida é o café, e os empregos, dinheiro e posição social são as xícaras. Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a vida e o tipo de xícara que temos não define, nem altera, a qualidade de vida que vivemos.

Às vezes, ao concentrarmo-nos apenas na xícara, deixamos de saborear o café que Deus nos deu."

Deus côa o café, não as xícaras... saboreie seu café!

Mensagem enviada por Faro publicidades






O Saco de Carvão 

O pequeno Zeca entra em casa, batendo os pés no assoalho com força. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta,chama o menino para uma conversa. Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. 

Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado: 

Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito isso comigo. Desejo tudo de ruim pra ele, quero matar esse cara! 

Seu pai, um homem simples, mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar: 

-O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito isso! Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir para a escola. 

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigoonde guardava um saco cheio de carvão. 

Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou calado. Zeca vê o saco ser aberto e,antes mesmo que pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo: 

Filho, faz de conta que aquela camisa limpinha que está secando no varal é o seu amigo Juca, e que cada pedaço de carvão seja um mau pensamento seu endereçado a ele. 

Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou." 

O menino encarou como uma brincadeira e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe, e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora depois terminou a tarefa. O pai, retorna e lhe pergunta: 

-Filho, como está se sentindo agora? 

-Cansado mas alegre. Acertei muitos pedaços de carvão na camisa. 

O pai olha para o menino, que não entendeu a razão daquela 

brincadeira, e com carinho lhe diz: 

- Venha comigo até meu quarto, pois quero mostrar-lhe uma coisa. 

Lá é colocado diante de um espelho, onde vê todo o seu corpo. 

Que susto! Enxergou apenas seus dentes e olhos. 

O pai, então, lhe diz ternamente: 

"Filho, você viu que a camisa quase não ficou suja, mas olhe só para você. O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu." 

"Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, os resíduos e a fuligem ficam sempre em nós mesmos." 

"Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com as palavras: elas se transformam em ações." 

Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. 

Cuidado com seus hábitos: eles moldam o seu caráter. 

Cuidado com “seu caráter: ele decidirá o seu destino.” 

Autor: Desconhecido 

Ef. 4.30,31 dizem: "Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia". 

ESPIRITUALIDADE

O Poder do Amor Espiritual

Sempre que falamos em amor, falamos também em espiritualidade. O amor a nós mesmos, o amor aos nossos semelhantes, e o amor à Deus são os fundamentos de todas as religiões. O amor também é a vereda do caminho espiritual: o amor de família, dos casais, dos amigos, do trabalho, da comunidade, dos animais, da natureza, do país, do planeta, do Universo.

Se existe amor, há também esperança de verdadeiras famílias, verdadeira fraternidade, verdadeira igualdade e verdadeira paz. Se não há mais amor dentro de você, se você vê os outros como inimigos, não importa o conhecimento ou nível de instrução que você tenha, não importa o progresso material que alcance, só haverá sofrimento e confusão no cômputo final.

O amor verdadeiro é o doar recíproco, a doação incondicional e sem exigência de reconhecimento, pois esta é a natureza do mundo. Aqueles que param de doar, perdem a capacidade de amar. Portanto, caem no egoísmo, na solidão e no desespero. Não são punidos; punem-se a si mesmos pelo desrespeito à ordem espiritual da Criação.

Muitas vezes queremos que os outros nos ame como somos, mas colocamos tantas condições que o amor deixa de vir em primeiro lugar. Temos que nos distanciar das regras e movermos em direção ao poder do Amor Espiritual, ou seja, amor sem regras, condições, limitações ou carências.
O amor mais intenso é aquele que aceita o outro, mas não se fecha neste vínculo. O melhor amor é aquele que encontra liberdade para fluir nas inúmeras situações cotidianas, gerando a paz e a satisfação.

O amor espiritual ajuda você a ir além das condições limitantes. O amor espiritual está sempre presente – é ilimitado, eterno e infinito! E, não importa nem um pouco se estamos em um relacionamento romântico, se temos família ou se temos amigos para compartilhar o amor! O amor espiritual se encontra dentro. É você, amar a si mesmo, sem regras ou condições, pura e abertamente.

O amor espiritual é a resposta, sempre que você estiver procurando por amor. É acessível a todos, em qualquer momento, em qualquer situação. O amor espiritual é puro, incondicional, eterno, todo-abrangente e não pode ser rejeitado ou ferido por ele.






Dificuldade de criar Vínculos Afetivos 

Este artigo é fruto da minha experiência com pacientes que vêm ao meu consultório com problemas de relacionamento amorosos frustrantes e, portanto, insatisfatórios. 

Desta forma, as queixas e indagações mais comuns são essas:
“Por que os meus relacionamentos amorosos não dão certo”?
“Sei que esse relacionamento me faz sentir infeliz e que devia terminar tudo, mas o problema é que eu não consigo”.
“Por que saí de um relacionamento negativo, destrutivo, para entrar em outro semelhante? Percebo que não é a 1ª vez que entro nesse tipo de relacionamento”.
“Por que só atraio homens que me desvalorizam, que são agressivos, egocêntricos, possessivos e mesquinhos de afeto”?
“Embora eu saiba que esse relacionamento não vai me levar a lugar nenhum, o que me faz ficar preso a ele”?
“Por que não consigo me entregar num relacionamento amoroso? Não consigo me apaixonar por ninguém”. 

Muitos tentam explicar a causa de seus relacionamentos amorosos desafortunados ao binômio sorte e azar atribuindo desta forma sua origem a um fator casualístico e não causalístico. Ignoram, portanto, a lei da causalidade, isto é, de que tudo na vida segue o princípio de causa e efeito.
Por outro lado, no meu entender, um relacionamento amoroso é satisfatório quando há uma reciprocidade de afeto, interesses, compromisso e alegria na existência do outro.
Em outras palavras, aqueles que têm um bom relacionamento amoroso se sentem alegres e reconfortados de terem um parceiro(a) em quem podem confiar bem como compartilhar a sua vida.
Desta forma, é preciso sair da superficialidade e irmos mais a fundo para entendermos o que infelicita as pessoas nos seus relacionamentos amorosos. Eu costumo esclarecer os meus pacientes que os relacionamentos humanos existem para propiciar mudanças internas, ou seja, mudar os padrões de pensamento, os sentimentos e as atitudes inadequados e que o sofrimento é fruto do quanto teimamos em não aprender as nossas respectivas lições, ou seja, em não querermos “enxergar” aquilo que precisamos transformar internamente. 

Visto por esse ângulo, podemos dizer que as pessoas que sofrem do ponto de vista amoroso, não percebem que estão alienadas de si mesmas – distantes de si – não “querendo” entrar em contato consigo mesmas. 

Caso Clínico:
Dificuldade de criar vínculos afetivos
Mulher de 35 anos, solteira. 

A paciente veio ao meu consultório por não conseguir se vincular afetivamente a nenhum homem. Atraia sempre homens que também tinham dificuldade de se entregar e criar vínculos amorosos. E se aparecia alguém disposto a se envolver, acabava o namoro por destratá-lo e agredí-lo. Portanto, era incapaz de amar. 

Ao regredir me relatou:
“Estou angustiada (paciente coloca as mãos na garganta e começa a tossir). Vejo um homem apertando o meu pescoço, ele briga comigo”. 

– Você consegue vê-lo – pergunto-lhe.
“Ele é moreno, usa uma costeleta, é meio calvo, veste uma blusa com manga fofa, branca. Eu sou loira, tenho cabelos cumpridos, meu vestido é branco, comprido, devo ter uns 20 anos. Eu brigo com ele porque está me traindo com outra mulher (pausa). Ele quer me deixar para ir morar com ela. Eu sinto ódio dele porque me despreza, me rejeita. Ele se apaixonou por ela. Alguém veio me contar e me disse que o viu com essa mulher (pausa).
Vejo agora uma taberna suja, onde as pessoas se divertem e bebem. Ele está com uma mulher. Bebe muito, gosta de uma farra (pausa).
Estou no meu quarto esperando ele chegar, mas estou com medo porque ele sempre me espanca. Ele não queria casar comigo porque gostava daquela mulher. Eu forcei uma situação para ele casar comigo. Ele a namorava e eu o seduzi. No dia do meu casamento, eu estava radiante de felicidade, mas percebi que ele estava infeliz porque continua gostando dela. Eu tenho vontade de matá-la!
Eu sou uma pessoa poderosa, tenho dinheiro, os homens têm que cair aos meus pés, mas quando isso acontece, eu os desprezo.
Mandei matar aquela mulher!
Depois disso, ele começou a beber. Mas ele suspeitava que eu fosse a mandante do crime. Eu me arrependi depois; percebi que não gostava dele. Na verdade, eu o quis por um capricho.
Tomei consciência de que tinha prejudicado a vida de duas pessoas. Passei a ficar atormentada. Acabei ficando sozinha porque ele foi embora. Antes de sua partida, contei-lhe ter sido a mandante do assassinato. Quando ele chegava bêbado, me batia; então uma vez contei a cruel verdade. Ele resolveu ir embora e acabou se tornando um bêbado de rua. Sinto muita culpa por ter destruído o amor deles”. 

– Vá para o momento de sua morte nessa vida passada – peço-lhe.
“Morri muito angustiada, com muito remorso. Eu queria que ele me perdoasse, queria uma oportunidade para reparar os meus erros. Achava que não merecia ser feliz. No momento de minha morte, passou uma cena como fosse um filme, com lembranças da minha infância. Na verdade, fomos criados juntos. Por isso, gostava dele como um amigo e não como um homem. Quando aquela mulher entrou na vida dele, eu não queria perdê-lo. Eu era muito possessiva”. 

– Você consegue agora estabelecer uma relação dessa existência passada com a sua dificuldade na vida atual de se entregar num relacionamento amoroso? – pergunto-lhe.
“Sim. Eu destruí um relacionamento amoroso entre duas pessoas e trago para a vida presente esse sentimento de autopunição, de achar que não mereço ser feliz. Por isso, eu agrido, destrato os homens que se interessam por mim. Eu não me permito ter um relacionamento amoroso feliz. Reconheço o meu marido dessa existência passada como sendo o meu amigo de infância da vida atual. Percebo agora, que da mesma forma que na vida passada fomos criados juntos, a história se repete: fomos também amigos de infância na vida atual. Posteriormente, eu o levei para trabalhar na minha empresa. E foi ali que o apresentei a uma colega de trabalho. Ela é aquela mulher que ele gostava naquela existência passada. Eles começaram a namorar. Agora estou entendendo, acabei juntando os dois. Em verdade, inconscientemente a minha alma sabia que eu tinha um débito cármico com o casal. Como eu os tinha separado no passado, a minha missão era uni-los na vida atual. E estou percebendo agora que consegui fazer isso”. 

No final da sessão, a paciente me compartilhou a sua felicidade por tê-los unido. Estava se sentindo bem, sem sentir mais culpa pelos erros cometidos em seu passado. Disse-me que tinha a impressão que havia tirado um peso enorme de suas costas. Depois de passar por mais quatro sessões de regressão, confidenciou que alguma coisa havia mudado em seu comportamento. Não sentia mais necessidade de destratar os homens que se interessavam por ela. 

ESPERANÇA E FÉ

Que Deus não Permita

Que Deus não permita que eu perca o romantismo, mesmo eu sabendo que as rosas não falam;

Que eu não perca o otimismo, mesmo sabendo, que o futuro que nos espera não é assim tão alegre;

Que eu não perca a vontade de viver, mesmo sabendo que a vida é em muitos momentos dolorosa;

Que eu não perca a vontade de ter grandes amigos, mesmo sabendo que com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas;

Que eu não perca a vontade de ajudar as pessoas, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda;

Que eu não perca o equilíbrio, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia;

Que eu não perca a vontade de amar, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim;

Que eu não perca a luz e o brilho no olhar, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo, escurecerão meus olhos;

Que eu não perca a garra, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos;

Que eu não perca a razão, mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas;

Que eu não perca o sentimento de justiça, mesmo sabendo que o prejudicado pode ser eu;

Que eu não perca o meu forte abraço, mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos;

Que eu não perca a beleza e a alegria de ver, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma;

Que eu não perca o amor por minha família, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia;

Que eu não perca a vontade de doar este enorme amor que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado;

Que eu não perca a vontade de ser grande, mesmo sabendo que o mundo é pequeno;

E acima de tudo...Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente, que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, afinal de contas, a VIDA É CONSTRUÍDA NOS SONHOS E CONCRETIZADA NO AMOR!!


Autor: Desconhecido





Os Dons de Deus 

Um dia, um homem entrou numa loja e, estupefato, viu um anjo atrás do balcão. 

Maravilhado com aquela visão, perguntou: "Anjo, o que vendes?" 

O anjo respondeu: "Todos os dons de Deus." 

O homem voltou a perguntar: "E custam caro?" 

E a resposta do anjo foi: " Não. É de graça ... é só escolher." 

O homem, todo feliz, olhou para toda a loja e viu jarras de vidro de fé, pacotes de sabedoria, caixas de felicidade ... Não estava acreditando que poderia adquirir tudo aquilo. 

"Por favor, embrulhe para mim, muito amor de Deus, bastante felicidade, abundante perdão Dele, amor ao próximo, paciência, tolerância..." 

O anjo anotou o pedido e foi separar os produtos. Ao retornar, entregou-lhe vários pacotinhos, que cabiam na palma da mão do homem. Espantado, ele indagou: "- Como pode você me dar apenas esses pacotinhos?! Eu quero levar uma grande quantidade dos dons de Deus." 

O anjo respondeu: "Querido amigo, na loja de Deus nós não vendemos frutos. Apenas sementes." 


Autor: Desconhecido 



LIÇÕES DE VIDA


Taxa de Felicidade

O propósito da vida de todos nós é a felicidade, é dar significado àquilo que fazemos, à nossa luta cotidiana, é fazer de nossa vida algo que faça sentido. No entanto, cada vez mais nos deparamos com a insatisfação, a depressão, a tristeza, a falta desse sentido.

Tenho insistido no tema felicidade, pois acredito que ela seja determinada pelo nosso estado mental, muito mais do que por acontecimentos externos. Se pararmos para observar e refletir, perceberemos que algumas pessoas são absolutamente refratárias com relação à vida, mesmo que tenham conseguido tudo aquilo que nossa sociedade considera importante para a construção de nossa felicidade, enquanto outras, que pouco possuem, pelo menos no que diz

respeito ao que a grande maioria considera fundamental para sermos felizes, sentem-se repletas de vida. Ou seja, a felicidade é muito mais determinada por um estado interno, do que por acontecimentos externos.

O que percebo é que pessoas felizes são mais abertas, mais amorosas, têm disposição para ajudar os outros, enquanto as infelizes são rancorosas, fechadas e mal-humoradas. Volto a insistir que podemos buscar a felicidade como um objetivo real e concreto. A ciência já comprova que todos nós nascemos com uma "taxa" de felicidade.

Um fator biológico medidor de felicidade em nosso cérebro, que nos acompanha desde nosso nascimento. Mas alguns psicólogos garantem que podemos aumentá-la. É exatamente no que acredito, pois a felicidade, na verdade, tem a ver com a forma que encaramos a vida, com o nível de satisfação que sentimos por estarmos vivos e pela nossa capacidade de sentir prazer. Estar em contato com aquilo que conquistamos é muito mais interessante do que estar focado em nossas faltas.

O estado mental é tudo. Mesmo que nossa saúde seja frágil, mesmo que estejamos sem trabalho, dinheiro ou amor, se nossa atitude mental é positiva, calma e tranqüila, podemos passar por todas essas dificuldades num estado médio de felicidade. Não é o jogo da Poliana, é a disciplina interior que nos traz serenidade mental. Existem dois tipos básicos de pessoas: as com orientação interna e as com orientação externa. As pessoas com orientação interna possuem um valor mais elevado de si mesmas, pois estão mais em contato com aquilo que denominamos Self ou Alma.

Pessoas com uma vida interna rica, têm uma sensação de si mesmas mais forte, mais profunda. Seu comportamento não costuma ser influenciado por modismos ou tendências externas. Costumam ser estáveis, pois têm uma ordem construída a partir de valores internos. São independentes, têm os pés no chão, sabem onde estão pisando. Ao contrário, pessoas com orientação externa mostram tendências à dependência e têm grande facilidade para cair em depressão, que é um dos grandes males do mundo moderno.

O fator preponderante que difere esses dois tipos de pessoas é a fé. Pessoas com orientação interior colocam sua fé em si mesmas, na construção e realização de seus objetivos, no decurso natural da vida. As com orientação exterior colocam sua tênue fé em algo fora de si mesmas, e dessa forma, vivem constantes decepções. Normalmente, a pessoa com tendência à depressão vê a vida e a si mesma de forma irreal, sendo assim, seus objetivos têm uma tendência ainda infantil de realização.

A pessoa que entra em depressão perdeu a fé, pois a fé se baseia no sentir. Quando nos sentimos vivos, toda sorte de emoções passa por nós, num maravilhoso e vivo pulsar! Quanto mais sentimos, mais vivos estamos, nosso corpo pulsa e nossa fé é revigorada. A pessoa deprimida, não consegue pulsar, não sente nada, nada faz sentido, perdeu sua fé, e como uma bola de neve, represa todas as suas emoções.

Sinceramente acredito, e isso pode soar como egoísmo para algumas pessoas, que nosso primeiro interesse deve ser a busca de nosso próprio bem-estar através do autoconhecimento profundo e da autopercepção, pois se cada um de nós aprender a cuidar de si mesmo, conseqüentemente saberá cuidar de seu próximo e de seu meio-ambiente. Somente desenvolvendo segurança pessoal e auto-estima, podemos nos tornar verdadeiramente humanos. Devemos assumir a responsabilidade por nós mesmos, por nossas escolhas, nosso caminho. E devemos também desenvolver nossa fé. Fé e responsabilidade.

Quando uma pessoa entra em depressão, ela perdeu a fé em si mesma. Direcionou sua energia para a realização de um sonho impossível, que não estava de acordo consigo, com seu self, sua alma. Mas a depressão não é de toda má. Ela é a forma que a pessoa organizou para sua própria recuperação. Ela entra em colapso, volta a um estado infantil, e com a ajuda de um profissional e de seu próprio curador interno, se recupera. Nesse processo, há uma reorientação para sua alma, sua independência, entra em contato com sentimentos muito profundos e acaba por restaurar sua fé individual. E assim pode aprender a ser uma pessoa orientada para seu interior.

Sem percorrer o caminho que nos leva ao nosso interior, não chegamos a um estado de paz e felicidade, por melhor que sejam as condições externas. Quando conseguimos atingir esse estado de graça, que vem de dentro para fora, conseguimos enxergar e viver momentos de felicidade e de paz.

Dica:

Quando se sentir triste ou desanimado, respire profundamente e comece a movimentar seu corpo aleatoriamente. Feche os olhos, deixe o corpo cair suavemente sobre suas pernas, como se ele tivesse um amortecedor e deixe que ele vibre da forma mais natural que conseguir. Deixe-se vibrar, solte-se, se puder, coloque uma música no ritmo que mais gostar e dance, sem pensar em técnicas, solte-se, vibre, suspire, grite se quiser, cante, VIBRE!!

Autor: Eunice Ferrari




Apaixonados um pelo Outro 

Passamos por bons momentos e maus momentos, mas continuamos aqui, apaixonados um pelo outro, e acima de tudo, felizes, pois lutamos e conseguimos alcançar essa felicidade que parece ser infinita. 

A cada dia que passa, eu descubro que te amo mais. A cada dia que passa, eu percebo que não viveria mais sem você. O que eu sinto por você, é algo muito forte, muito grande, e melhor de tudo, é saber que você também sente o mesmo por mim, e que nós dois estamos compartilhando esse sentimento maravilhoso, que é sem dúvidas, o sentimento mais lindo que pode haver entre o ser humano. 

Hoje eu posso dizer que sou uma pessoa realizada, completa e que já encontrei o grande amor da minha vida. Sempre que eu puder, eu irei me declarar pra você. 

Eu jamais me cansarei de dizer "Eu te amo" e todos os obstáculos que eu tiver de enfrentar pra ficar ao seu lado, eu enfrentarei, pois eu tenho certeza de que o amor que eu sinto por você, é capaz de superar qualquer coisa. 

Às vezes nada disso parece ser real. É difícil de acreditar que eu tive a sorte de encontrar você. Realmente Deus tem sido muito bom para mim, e é por isso que todos os dias eu rezo, agradecendo a ele e pedindo para que ele nos abençoe e nos dê forças para continuarmos seguindo o nosso caminho juntos. 

Hoje é um dia muito especial, tanto para mim, quanto para você, e mais uma vez, eu quero comemorar essa data ao seu lado e pode ter certeza de que esse é o melhor presente que eu poderei ganhar, afinal, não há nada melhor do que passar o dia dos namorados, ao lado da pessoa amada. 

E a pessoa que eu mais amo é você meu AMOR! 

Um Feliz dia Dos Namorados! 

Autor: Desconhecido 



FAZER UMA FAMOSA ESPADA RELUZIR OU FICAR EMBAÇADA DEPENDE APENAS DO NOSSO PENSAMENTO

Fazer uma Famosa Espada reluzir ou ficar embaçada depende apenas do nosso Pensamento

Foi ainda no início, nos primórdios da nossa Igreja. Nós que estávamos a serviço de Meishu-Sama, recebíamos johrei dele diariamente. Por mais atarefado que se encontrasse, ele nunca se esquecia de nos ministrar johrei; assim que tinha uma folga, mandava nos chamar. Com o tempo, entretanto começamos a nos acostumar com isso e, como estávamos sempre perto dele, por qualquer pequena purificação ia solicitar-lhe johrei.

Certo dia, fomos chamados á presença de Meishu-Sama, que nos repreendeu:”A todos vocês foi entregue a Famosa espada do Sr. Massamune. Fazer com que ela reluza ou fique embaçada depende exclusivamente do pensamento de cada um de vocês”.

Com isso, todos nós, sentindo um repentino acanhamento, durante quatro ou cinco dias não ousamos solicitar-lhe johrei. Então fomos novamente chamados á sua presença. Quando nos apresentamos, ele nos disse: “Vocês parecem um balanço; não têm consciência daquilo que se chama meio-termo”. Assim dizendo, ministrou-nos johrei.

(Um Servidor) – Pág. (103/104)

Fonte: Reminiscências sobre Meishu-Sama
Tradução aprovada pela Igreja Messiãnica Mundial do Brasil
Edição da Fundação Mokiti Okada – M.O.A – 2. Edição/Julho/86
Volume: III – São Paulo/SP.




É como se não tivessem Cabeça 

Como o meu organismo era bem mais fraco o dos outros dedicantes, eu sempre solicitava johrei a Meishu-Sama. Um dia, ele me disse, rindo:”Quando vocês avoluma impurezas no organismo trazem-nas para mim. Eu as limpo, as removo; por isso, sou um removedor de impurezas do Espírito”. Mesmo que estivesse atarefadíssimo, ele sempre nos ministrava johrei com boa vontade. 

Certa vez, pasmado com a minha falta de inteligência, eu disse a Meishu-Sama, enquanto recebia johrei: “Por causa desta minha burrice, sempre estou dando trabalho a todos.” Ele, então ponderou , trazendo-me um grande conforto: “Burrice não é nada. Reconhecer que se é burro é algo magnífico. (Os homens de hoje em dia parecem ter a cabeça entorpecida, uma cabeça que absolutamente não funciona; é como se não tivessem cabeça”. 

(Um Servidor) – Pág. (105) 

Fonte: Reminiscências sobre Meishu-Sama
Tradução aprovada pela Igreja Messiãnica Mundial do Brasil
Edição da Fundação Mokiti Okada – M.O.A – 2. Edição/Julho/86
Volume: III – São Paulo/SP.






DEUS É ASSIM....

DEUS É ASSIM 

Meishu-Sama era justo em todas as situações e muito carinhoso com os dedicantes; Por isso imaginei que Deus seria uma pessoa assim. Quando eu estava dedicando em Haminogue, contraí panaricio(inflamação dos tecidos adjacentesás unhas dos dedos da mão ou do pés geralmente acompanhada por infecção e formação de pus) Certo dia ás dez horas da noite, vieram avisar-me que Meishu-Sama estava me chamando. Fui imediatamente, de pijama como estava e encontrei-me de pé, perto da sala do telefone. Ele me disse: “Para quem faz o serviço de cozinha, deve ser horrível ter problemas nos dedos”. Assim dizendo, começou a ministrar-me johrei. Meishu-Sama era assim: Uma pessoa muito gentil.


(Um Servidor)  

Fonte: Reminiscências sobre Meishu-Sama
Tradução aprovada pela Igreja Messiãnica Mundial do Brasil
Edição da Fundação Mokiti Okada – M.O.A – 2. Edição/Julho/86
Volume: III – São Paulo/SP. Pag.101






A Grande autoconfiança contida em sua Bondade

Estando a serviço de Meishu-Sama quando recebia johrei, por exemplo, eu podia sentir integralmente o calor humano irradiado de sua pessoa assim tão próxima. O fato aconteceu na ocasião em que tive panarício no dedo. Durante quase três dias sofri dores terríveis, pela madrugada adentro, fiquei andando de cá para lá, no Templo da Luz do Sol, sem poder conciliar o sono. 

Por fim, não conseguindo suportar a dor, pedi á Tia de Nidai-Sama que fosse solicitar johrei a Meishu-Sama . Ele me disse: “Por que não falou antes?” Recebendo johrei, a dro passava completamente. Mas, logo que Meishu-Sama se retirava, ela voltava. Depois da quinta vez, eu disse a Meishu-Sama que a dor passara por completo. Então ele me falou: ”É, deve ser”. Nunca dizia; ”Ah! É mesmo?” Até hoje, não posso me esquecer daquelas palavras, as quais demonstravam que Meishu-Sama tinha plena confiança em si mesmo.

(Um Servidor)   

Fonte: Reminiscências sobre Meishu-Sama
Tradução aprovada pela Igreja Messiãnica Mundial do Brasil
Edição da Fundação Mokiti Okada – M.O.A – 2. Edição/Julho/86
Volume: III – São Paulo/SP. Pag.102








TEXTO DO MÉDIUM DIVALDO PEREIRA FRANCO


Muitos se abaixam para tocarem os pés daqueles que amam. Quando te reclinares na cama dos desejos dos mais aflitos e mais humildes, a fim de providenciares aquilo de que mais carência possuem, eu me elevarei para tocar os tespésias que, descendo até mim, me erguem ás infinitas alturas.

Este é p lugar, aquele que tenho reservado para o teu repouso da minha choupana de esperança. Quem disse que “amar é sofrer”, jamais amou. O beijo do ar da madrugada desperta a vida que dorme. O sorriso da lua engrinaldada de estrelas diminui as sombras.

A carícia do sol vitaliza todas as coisas. E a chuva que lava a terra, e reverdece o chão, e abençoa o mundo, correndo no rio, esvoaçando na nuvem esgarçada, são as tuas expressões de amor, construtor real, demostrando o teu poder, a tua grandeza e a minha pequenez.

Quem ama, sempre doa, e não sofre, porque ama.

O amor é luz e pão, é ar e paz.

Quem diz que amar é sofrer ainda está esperando pelo amor e jamais amou.


Médium: Divaldo Pereira Franco


Livro: Estesia – Pág. 43/44
Pelo Espírito: Rabindranath Tagore

Fonte: Livraria Espírita Alvorada – Editora
Livro – Estesia – 2. Edição – revisada – 1987/Tiragem – 10.000

Circulo de Leitura Espírita
Rua: Jayme vieira Lima – n.104 – Pau da Lima 
CEP: 41.235-000 – Salavador/BA.
Telefax: (71) 3409-8337 – Fone: (71) 3409-8321



EXPERIÊNCIA DE FÉ COM A PRÁTICA DO SONEN

EXPERIÊNCIA DE FÉ PRÁTICA DO SONEN(ÁFRICA)


Chamo-me Nelma da Gloria Cercal Pinto, tenho 27 anos de idade, resido em Viana e actualmente dedico como encarregada do grupo Sol do Núcleo de Johrei da Incutal.

Conheci a Igreja Messiânica Mundial de Angola no dia 2 de Abril de 2002, por intermédio da minha mãe, membro e dedicante da nossa igreja. Os motivos que estiveram na base do meu encaminhamento, foram doenças, conflitos familiares e conjugais e dificuldades financeiras.

Eu sofria de paludismo constante, febre tifoide e infecção urinária havia mais de um ano. Fiz vários tratamentos hospitalares gastando avultadas somas em dinheiro, porém, sem solução. Quanto aos conflitos familiares, logo que a família tomou conhecimento de que me encontrava grávida, desprezaram-me. Por este motivo, fui levada á força à casa dos meus sogros, onde fui mal recebida pela irmã mais velha de meu marido, zombando comigo constantemente e dizendo que se me levaram para lá porque em casa dos meus pais estava a passar fome. Nesta altura, meu esposo fazia o uso excessivo de bebidas alcoólicas e também tinha vários relacionamentos.

Foi neste triste calvário que minha mãe encaminhou-me à igreja, onde fui recebida pelo plantonista, que após ter me ouvido atentamente orientou-me o seguinte: 
Receber 10 Johrei por dia; 
Manter a flor de luz em casa; 
Encaminhar pessoas à igreja; 
Dedicar nos lugares de maior luz; 
Cultuar os antepassados; 

Não foi muito difícil cumprir com as orientações, apesar de minha cunhada ser contra a igreja, alegando que são de raiz católica e eu não poderia levar seu irmão até a Igreja Messiânica. Em aproximadamente um mês de dedicação, meu esposo passou a mudar de comportamento, diminuindo o uso excessivo de bebidas, passando a consumir apenas em casa. A família e os amigos, apercebendo-se da sua mudança, disseram que entrei numa igreja de bruxos para cozinhar o marido, uma vez que já lhe encontrei com seus vícios. Com a mudança de postura do meu esposo, este passou a prestar mais atenção em mim, e isso reflectiu também na melhoria dos conflitos familiares.

Como gratidão por essas bênçãos em minha vida e para melhor servir na Obra Divina, tornei-me membro no dia 15 de Junho do ano de 2004.A experiência de fé que passo a relatar para os irmãos está relacionada com a obediência.No ano passado, quando passei a dedicar no Núcleo de Johrei da Incutal, recebi a orientação de dedicar como encarregada e passei a aprofundar na dor e no sofrimento dos membros e frequentadores, orando em suas casas, montando hortas caseiras e fazendo limpeza. Empenhando-me nessas práticas, obtivemos muitas graças.

Meu irmão mais novo, após ter terminado o Ensino Médio, não conseguia ingressar na universidade nem ter um trabalho; por mais que distribuísse currículos nas empresas, seus pedidos nunca eram correspondidos. Passei a dedicar com o Sonen de salvar aqueles antepassados que estavam presos nessas dificuldades. Então, meu irmão teve a permissão de seu primo jornalista lhe pagar um curso de Jornalismo, e hoje se encontra a trabalhar em uma rádio.

Meu irmão caçula, estudante universitário, engravidou sua namorada, e minha tia não parou de dar-lhe assistência nos seus estudos, mas para ele não era o suficiente, pois queria um trabalho para sustentar sua família. Eu, juntamente com ele, decidimos empenhar-nos na Obra Divina, cuidando dos frequentadores, e ele assumiu o compromisso de dedicar como encarregado do ensino. Em um belo dia de marcha, no decorrer da actividade, meu irmão encontrou-se com um dos meus vizinhos, que é militar e lhe perguntou o que estava a fazer. Foi assim que lhe disse: “Olha, de momento estou a fazer um trabalho religioso, mas posso lhe dizer que estou no quarto ano de Engenharia de Petróleos na universidade.” Então, o vizinho perguntou: “Onde queres trabalhar?” Respondeu: “Em qualquer lugar!” Então, ele ligou para um amigo que é coordenador do complexo escolar do Cazenga e pediu uma vaga para ele. Actualmente meu irmão trabalha como professor de química. Para agradecer e melhor servir na Obra Divina, tornou-se membro.

Minha irmã mais velha, que há 13 anos começou a emagrecer, havia feito vários exames médicos, mas nunca conseguiram diagnosticar nenhuma patologia. Preocupada com tal situação, decidi me empenhar mais nas tarefas que me foram incumbidas pelo meu superior, e passei a levar flores para ela, ministrar bastante Johrei e às vezes orava em sua casa. Com isso, a purificação acelerou. Levada ao hospital, foi diagnosticada com alergia pulmonar, infecção urinária e dor no coração. Hoje está a fazer o tratamento e já se sente melhor em relação aos dias anteriores. Para agradecer, ela está a frequentar nossa igreja.

Sou a segunda filha de minha mãe, mas não conhecia meu pai, porque o mesmo foi cumprir a tropa, e desde aquele dia minha mãe nunca mais o viu. Sempre que pedia explicação, ela e minha avó alegavam que foi a guerra quem nos separou e não sabemos seu paradeiro. No dia 8 de Outubro do ano passado, acompanhei minha prima a uma clínica e, quando ia fazer o pagamento da consulta na recepção, encontrei uma senhora com seu filho, que estava incomodado. Constatei que o seu filho tinha o mesmo sobrenome que o meu. Por curiosidade, perguntei se a senhora era da família do meu pai. Ela então me perguntou como se chamava meu pai, dei o nome, e ela me disse que era o seu cunhado, irmão de seu esposo, e ele andava à procura de seu irmão e sua filha. Respondi-lhe que era eu e trocamos os números telefónicos, marcando um encontro.

Certo dia, meu tio me ligou e me levou até sua casa, onde conheci meus tios e primos e tive o acesso ao número do telefone do meu pai. A partir daquele dia, passei a ter contacto com meu pai pelo telemóvel, e ele me convidou para conhecer sua casa na província do Huambo. Respondi que poderia ir no próximo mês, mas em missão da igreja. Ele perguntou: “A qual religião você pertence?” Disse-lhe que era Messiânica. Por coincidência, meu pai também é membro da nossa igreja! Ele me disse: “Olha, a Ministra Graça virá entronizar a imagem do Altar do Lar na minha casa. Você, como minha primogénita, não podes faltar neste dia tão importante!” Contei à minha mãe e minha família, que surpreendidos arranjaram condições para eu viajar ao encontro dele. Foi assim que viajei à província do Huambo com a caravana que vinha da província de Luanda, e pela primeira vez em minha vida conheci meu pai e meus irmãos mais novos. De regresso, acompanhou-me até Luanda para conhecer minha família. Para agradecer, materializei um donativo especial e outorguei meus três filhos.

Por permissão de Deus e Meishu-Sama, cuido de quatro casas de membro e três de frequentadores, com um total de 13 frequentadores e sete membros. Já encaminhei 300 pessoas, e destes 26 tornaram-se membros. Faço dízimo, donativo de construção, tenho a horta caseira e já fui cadastrada.

Aprendi com esses milagres que Meishu-Sama é o Messias esperado pela humanidade e a obediência é o caminho mas acessível para se ultrapassar nossas dificuldades.Meu compromisso é de me empenhar na Obra Divina fazendo outras pessoas felizes, ministrando johrei, praticando a Agricultura Natural e o belo, e participando na formação dos 100 mil membros convictos.

Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus antepassados pela permissão de me juntar a este maravilhoso caminho da salvação. Aos Ministros, responsáveis, membros e frequentadores que no dia-a-dia me têm ajudado a crescer na fé, os meus sinceros agradecimentos.

Há todos que ouviram meu relato de Fé, o meu Muito Obrigado!

Nelma da Glória cercal Pinto 

11/06/2015 
Igreja Messiânica Mundial da África
Angola
30/06/2015



EXPERIÊNCIA DE FÉ PRÁTICA DO SONEN(BRASIL)


Bom-dia a Todos! 

Ingressei na Igreja Messiânica em outubro de 2014 e dedico no Johrei Center Ipanema – Área Copacabana Rio de Janeiro. Hoje, gostaria de compartilhar com todos vocês a experiência que me proporcionou solidificar minha fé no johrei e nas práticas básicas messiânicas. 

Sou filha única e, desde os quatro anos de idade, sofro com dores na cabeça. Passei por vários médicos ao longo de minha vida. Fiz diversos exames e nunca conseguiram diagnosticar a causa da doença. Assim, buscando alívio e solução, tomava diversos medicamentos, que apenas agiam como paliativos. Essas crises surgiam a qualquer momento e ofuscavam minha visão. 

Além disso, vivenciava conflitos com minha mãe, que sempre descontou em mim as suas amarguras devido aos inúmeros conflitos que tivera em sua vida. Há um ano atrás, relatei, esses problemas a uma amiga. Ela é missionária na Inglaterra e imediatamente me aconselhou a procurar a Igreja Messiânica mais próxima à minha casa para receber Johrei. Apesar de não conhecer nada sobre a Igreja Messiânica, resolvi seguir seu conselho e fui ao Johrei Center. Ao receber meu primeiro Johrei, senti uma intensa luz e uma forte sensação de calor em minhas costas. Ao ser atendida pelo ministro, este me orientou receber pelo menos três Johrei por dia durante um mês e se comprometeu a ministrar-me uma hora. Quando lhe contei que toda minha família sofria com dores de cabeça (pai, mãe e avó), ele me explicou sobre a influência dos antepassados em nossa vida. 

Como eu me encontrava muito agitada e deprimida, o ministro me disse que eu precisava reconhecer que meus antepassados se manifestavam em mim e me ensinou a fazer a pratica do sonen de encaminhamento. 
Assim, busquei seguir as orientações e após uma semana, já passei a não sentir mais dores, comecei a dormir melhor, além de ficar mais calma e menos estressada. Este momento marcou-me profundamente, pois em 35 anos de sofrimento, foi a primeira vez que isto aconteceu em minha vida. Pude sentir o quanto é especial a Luz Divina do johrei, juntamente com a Prática do Sonen. 

Então, continuei frequentando o Johrei Center, colocando em prática as orientações e, buscando cada vez mais me aprofundar nos ensinamentos de Meishu-Sama, resolvi ingressar nas aulas de primeiras noções messiânicas. Uma das aulas que me tocou bastante, foi a que se referiu à Felicidade, onde aprendi que precisamos cultivar um comportamento espiritualista e altruísta para a conquistarmos em nossa vida. 

Assim, no dia 30 de outubro, um mês e meio após conhecer a Igreja, tornei-me membro e recebi o Ohikari, (Medalha da Luz Divina). A partir daí, comecei a dedicar praticamente todos os dias na igreja, na ministração de johrei, na recepção e na limpeza. Também me identifiquei muito com os arranjos florais e já ingressei no curso de Ikebana. Apesar de tudo, o conflito que tinha com minha mãe continuava, e ela não aceitava sequer receber johrei comigo. Tentava lhe mostrar o quanto eu havia melhorado, mas ela ficou indiferente. Comecei a perceber que a minha falta de humildade e paciência acentuavam o conflito em casa. Procurei então, melhorar o ambiente espiritual do meu lar, oferecendo Ikebanas à minha mãe e passei a limpar a casa como nunca havia feito.Através da Prática do Sonen, tornei-me mais cordial, tolerante e nosso conflito realmente foi diminuindo. 

Minha mãe, devido a um glaucoma agudo que tivera há dois anos perdeu a visão do olho esquerdo. Alguns dias após de eu ter me tornado messiânica, ela se queixou de sentir muita coceira neste olho que se encontrava muito vermelho além de uma forte dor de cabeça. Então, resolvi a convidar para ir comigo ao Johrei Center e, para minha alegria, ela aceitou. Após receber três Johrei, ela pediu para receber Johrei comigo. Ao término, a vermelhidão da vista havia desaparecido e ela sentiu o quanto tinha melhorado. 

No dia seguinte, ao acordar, ela percebeu que estava eliminando bastante pus por este olho. A levei ao oftalmologista que diagnosticou uma infecção e passou antibiótico que ela tomou por três semanas sem melhora. Em dezembro de 2014, enquanto ministrava-lhe Johrei, ela sentiu uma dor muito intensa na parte frontal da cabeça que a deixou alucinada. Nesse momento, eu continuei ministrando Johrei com muita convicção e, repentinamente, iniciou-se uma eliminação de secreção sanguinolenta pelo olho esquerdo. 

Levei-a ao hospital, onde foi imediatamente internada para tratamento e provável cirurgia, pois tratava-se de situação grave. Ela permaneceu internada por vinte e três dias em observação, mas graças a Deus e a Meishu-Sama, não foi necessária cirurgia, pois nesse período eu e mais um missionário lhe demos assistência religiosa todos os dias. Com isso, ela passou até a ajudar os outros pacientes e no leito hospitalar, em plena consciência, me disse: “Se não fosse o Johrei, eu poderia não estar viva agora, não é?”. Fiquei muito surpresa e emocionada pelo reconhecimento dela com o Poder do Johrei. 

Ao retornar para casa, minha mãe manifestou o desejo de agradecer a Meishu-Sama, pois ganhou a consciência de que precisava ser útil a Deus. Assim, ela se preparou e para minha alegria, no dia 31 de janeiro deste ano se tornou messiânica e já está dedicando com muita gratidão, ministrando Johrei diariamente. Graças a esse acompanhamento ganhei consciência da importância das práticas básicas da fé no meu dia a dia e da força do Johrei e da prática do Sonen. 

Hoje, minha vida se transformou. Minhas dores na cabeça cessaram e o conflito entre eu e minha mãe se dissipou por completo. Me sinto muito feliz em ministrar o Johrei, dedicar com a flor, fazer plantão na igreja, além de encaminhar pessoas e acompanha-las até o ingresso na fé. Já tive a permissão de me tornar pioneira da salvação na vida de sete pessoas que se tornaram membros e meu desejo é continuar servindo ao próximo, encaminhando pessoas para a Fé Messiânica e difundindo as três Colunas de Salvação. 

Agradeço a Deus, a Meishu-Sama, aos meus antepassados, à amiga que foi a pioneira da minha salvação e a todos da igreja pelo apoio que venho recebendo. 

Muito Obrigada! 

Marcia de Paula Madruga Seabra
05/07/2015 
Solo Sagrado de Guarapiranga/SP.