terça-feira, 3 de outubro de 2017

O SILÊNCIO AJUDA SEMPRE

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A HISTÓRIA DE AMI SANO JAPONESA




UMA LIÇÃO DE VIDA!






        Ami Sano – Aruki Tsuzukeyo (Continue Andando)


A História de Ami Sano é realmente um exemplo de vida e de grande superação, determinação e força de vontade. Ami é uma garota linda de 26 anos de idade que nasceu sem braços e sem uma perna, em Aichi, Japão. Dos quatro membros, ela nasceu apenas com a perna esquerda, porém parcialmente formada e atrofiada, com três dedos, que ela usa para sobreviver em sua vida cotidiana.

Mas apesar da sua deficiência física, Ami sempre foi corajosa e nunca lhe faltou determinação para levar uma vida normal. Se recusou veemente a tratar sua deficiência como um obstáculo para ser feliz. Sua disposição e seu semblante alegre serve realmente de inspiração para todas as pessoas do mundo inteiro.

Em vez de se lamentar, ela quis mostrar ao mundo sua história de superação, através de dois livros que ela escreveu: Em 2009, Sano publicou um livro de memórias com o nome de “Te Ashi No Nai Cheerleader” (Líder de torcida sem membros) e no ano seguinte, 2010, lançou um livro de poesia chamado “Akiramenaide” (Não Desista).

Escrever foi a forma de exteriorizar sua coragem e mostrar que mesmo braços, ela pode ter o mundo em suas mãos. Mesmo sem uma das pernas e com a outra parcialmente formada, isso jamais a impediu de subir os degraus da vida e hoje ser a pessoa que é, cheia de sonhos, expectativas e alegrias.

Sua mãe, Hatsumi, conta: “Nós tivemos alguns momentos difíceis, mas acredito que essas experiências ajudaram minha filha se tornar uma pessoa com um coração bondoso. Vinte anos parece muito tempo, mas passou num flash. ” Com certeza o apoio da família e dos amigos foi muito importante para Ami.

Uma Vida de Sonhos, Desafios e Superação

Considerando a deficiência, longe de ser qualquer obstáculo, Ami trabalha em um escritório como palestrante motivacional e também fazia parte de um clube de torcida em Toyokawa High School, em Aichi. Ela também trabalha como assistente em uma estação de rádio local FM. Alegre e cheia de gratidão por estar viva, ela aprecia intensamente tudo e a todos que estão ao seu redor.

Como se não bastasse tudo isso, a moça ainda está está tendo aulas de canto duas vezes por semana, apostando em uma carreira musical. Todos se surpreendem com sua força e seu otimismo diante da vida. Todos querem saber como a jovem encara todos os problemas que enfrentou durante sua vida e como isso nunca a fez deixar de sonhar e de correr atrás dos seus sonhos.

Sano lançou um álbum com um vídeo musical que logo se popularizou e chamou a atenção de emissoras de TV e gravadoras. O nome da música é Aruki Tsuzukeyou (Continue caminhando). “Quero subir os degraus para a vida adulta, passo a passo“, ela diz. Com a voz doce, ela canta fazendo um resumo da sua história. 

Incrível não é gente! Ver uma lição de vida tão maravilhosa como essa… Quanta gente reclama por coisas tão insignificantes? Quanta gente vive somente se lamentando da vida mas não faz nada para mudar e nem corre atrás dos seus sonhos? Diferente dessa garota, que continua sempre em frente e não se esquece de ser grata por estar viva.


20/02/2012
Autora: Silvia Kawanami
Personalidades no Japão

FOI DEUS QUE FEZ VOCÊ

Foi Deus que fez Você


Foi Deus que fez o céu, o rancho das estrelas
Fez também o seresteiro para conversar com elas

Fez a lua que prateia a minha estrada de sorrisos
E a serpente que expulsou mais de um milhão do paraíso

Foi Deus que fez você
Foi Deus que fez o amor
Fez nascer a eternidade no momento de carinho
Fez até o anonimato dos afetos escondidos
E a saudade dos amores que já foram destruídos

Foi Deus!
Foi Deus que fez o vento
Que sopra os teus cabelos
Foi Deus que fez o orvalho
Que molha o teu olhar, teu olhar

Foi Deus que fez a noite
E um violão plangente
Foi Deus que fez a gente
Somente para amar
Só para amar, só para amar.

Foi Deus que fez o céu, o rancho das estrelas
Fez também o seresteiro para conversar com elas
Fez a lua que prateia a minha estrada de sorrisos
E a serpente que expulsou mais de um milhão do paraíso

Foi... Foi Deus que fez você
Foi Deus que fez o amor
Fez nascer a eternidade no momento de carinho
Fez até o anonimato dos afetos escondidos
E a saudade dos amores que já foram destruídos

Foi Deus!
Foi Deus que fez o vento
Que sopra os teus cabelos
Foi Deus que fez o orvalho
Que molha o teu olhar, teu olhar
Foi Deus que fez a noite
E um violão plangente
Foi Deus que fez a gente
Somente para amar
Só para amar, só para amar.
Foi... Foi Deus!

(Música)

Compositor: Luis Ramalho
Canta: Amelinha


SAKURA NO PARQUE DO CASTELO DE OKAZAKI / JAPÃO









Fotos: Marcio Mancini - Um Brasileiro que mora no Japão/ Messiânico

ESPIRITUALIDADE / MENSAGENS

Mensagem – Tradução


Meus Amigos: 

Saudações de Paz,

O homem da tecnologia e da cibernética, malgrado as conquistas logradas, não alcançou a esperada felicidade. Há conforto para alguns, porém multiplica-se a miséria em muitos. Há abundância em poucos e escassez na expressiva maioria.

O malogro das velhas religiões é evidente, incapazes de sustentar a fé e a paz nos corações humanos. Ao espiritismo cabe este ministério: uma ciência experimental que oferece, através dos fatos probantes da imortalidade, uma filosofia comportamental que se estrutura na mais sólida ética moral, que é o respeito e o amor de Deus, á vida e ao próximo como a si mesmo.

Fraternalmente,

Bozzano

(Tradução de Franco Vaselli)


Fonte: Livro: Seara do Bem 

Fonte: Divaldo Pereira Franco por Diversos Espíritos 

Psicografia do Médium: Divaldo Pereira Franco

Centro Espírita Caminho da Redenção

Rua: Jayme Vieira Lima N.104 – Pau da Lima 

Salvador/BA. CEP: 41.235-000

Livraria Espírita Alvorada - Editora / 1984 /2. Edição

TELEFAX: (71) 3409-8312/13





Triunfo da Vida 


O exagerado Culto aos Mortos é tão pernicioso para os Espíritos, quanto o da personalidade aos vivos. Herança atávica das culturas primitivas é uma forma de tornar suportável a ausência dos seres amados que a desencarnação arrebatou do convívio físico. 

Desde o velório ao embalsamamento, quando tal ocorre, ás cerimônias fúnebres e destas ao sepultamento com a agravante da construção de túmulos pomposos e monumentos de arte para os despojos cadavéricos, toda uma engrenagem complicada e inócua para o desencarnado se faz movimentar, mais para agradar aos desejos e caprichos dos que ficaram, que ,propriamente, em favor do bem e da paz de quem partiu. 

Reminiscência do egoísmo que tudo compele para si e para os seus, embora ninguém e coisa alguma, a outrem, realmente, pertença, mistifica-se a realidade da morte com os contributos, as fórmulas e as usanças humanos que nada mais conseguem fazer, além de iludir aqueles que os promovem. 

Há quem contraia dívidas e envolva-se em problemas dispensáveis, a fim de dar “sepultamento condigno” aos seus afetos, complicando o próprio futuro, de certo modo, porém, auto promovendo-se e realizando-se mediante esse mecanismo de transferência. 

Não cessam aí as preocupações com os chamados extintos. Elas prosseguem, através das cerimônias religiosas, vazias de conteúdo e ricas de forma; das visitas ás tumbas que são sempre adornadas das homenagens á memória e á personalidade das evocações laudatórias e dos exagerados comentários sobre as virtudes e os predicados, de quem, possivelmente, não viveu além dos limites dos próprios interesses ou passou desconsiderado por aqueles mesmo que ora o exaltam. São esses de certo modo, fenômenos de evasão emocional dos homens, evitando analisar e compreender o inevitável fator biológico da morte orgânica, que temem e detestam. 

Utilizando pelo medo da desencarnação ou vitimados pela saudade exagerada dos que se transferiram do corpo, os homens, desarmados espiritualmente para adaptar-se a uma ou outra circunstância, evitam penetrar no conhecimento da vida além túmulo, embora, na maioria dos casos, estejam vinculados ao Espiritismo, numa qualquer das suas várias correntes. 

Por esses dramas, o da consciência aturdida e o da ignorância sobre a vida espiritual, respondem o formalismo religioso e a sua ortodoxia, ricos de rituais e cerimônias complexos e esvaziados de esclarecimentos e iluminação das mentes. É certo que não se justificando essa forma de Culto aos Mortos, venha-se atingir uma conduta de indiferença, que poderá ser confundida com a ingratidão. A lembrança carinhosa e a saudade nobre emitem ondas de ternura e vibrações de afeto que alcançam os que desencarnaram, sensibilizando-os, tanto quanto a oração intercessora, a ação da beneficência pensando neles os estimulam ao crescimento espiritual ou os despertam para a realidade em que estagiam. 

Também amam e sofrem as emoções daqueles de quem se separaram fisicamente, os Espíritos Afetuosos. A morte a ninguém liberta dos sentimentos cultivados, proporcionando, quase sempre, recrudescimento deles ao mesmo a liberação das formas do relacionamento emocional. Graças a isso, de acordo com as circunstâncias, prosseguem em convivência psíquica com os familiares e amigos, os desafetos e adversários. Morrer não significa apagar a consciência, anular a memória, destruir os sentimentos. 

Assim, morrer, nem sempre é liberar, porquanto se prossegue além da morte conforme se viveram antes, vinculados aos mesmos interesses e impressões, necessidades e anseios. Não são, portanto, úteis, aos que desencarnam os tributos aos seus despojos corporais. Merece que se tenha em mente, em relação aos desencarnados, a oportuna e clara referência do ser angélico ás mulheres que foram visitar Jesus no sepulcro, levando-lhe ungüentos e pejadas de saudades: “Ele não está aqui!” Logo depois, refletindo toda a sua grandeza, eis aparecendo a Maria de Magda La, reafirmando o triunfo da vida sobre a morte, em excelsa imortalidade. 

Bruxelas, Bélgica, 02.11.1983 

(Aristides Spínola) 

Fonte: Livro: Seara do Bem 

Fonte: Divaldo Pereira Franco por Diversos Espíritos 

Psicografia do Médium: Divaldo Pereira Franco 

Centro Espírita Caminho da Redenção 

Rua: Jayme Vieira Lima N.104 – Pau da Lima 

Salvador/BA. CEP: 41.235-000 

Livraria Espírita Alvorada - Editora / 1984 /2. Edição 

TELEFAX: (71) 3409-8312/13 












MENSAGENS DE APRIMORAMENTO

Uma Benção é uma coisa Real

Alguma vez você já se perguntou o que leva alguém a ter um coração agradecido? Cada pessoa viva hoje gostaria de ter uma atitude e uma perspectiva positiva, amorosa, porém algumas acham que é quase impossível abandonar sua fadiga para encontrar a benção em suas vidas. Uma benção é uma coisa real. Uma benção traz o amor do Universo diretamente para seu coração. Se você estiver esperando para conhecer as bênçãos com sua mente, você irá esperar para sempre, pois as bênçãos só são reconhecidas através do coração, a mente interior ou espírito. 

Uma benção é a realização divina manifestada de uma forma significativa e reconhecível. Uma benção é um convite explícito para compreender mais, uma essência gentil amorosa para sustentar e abraçá-lo quando estiver ferida, uma consciência mágica de alguma verdade que você tinha esquecido ou não tinha conhecimento anterior. Uma benção é um presente de profundo impacto para seu coração, iniciando-o a dar uma segunda olhada para a vida e a honrar o processo de sua vida, mesmo que tenha sido, ou seja, dolorosa e desagradável. Pelo fato de seu espírito saber apenas amar, ele aceita as bênçãos como os créditos naturais da vida. Cada benção oferece uma consciência de grande insight e sabedoria, para você usar como base para o desenvolvimento de sua própria filosofia espiritual. Imagine a alegria em sua vida se você tivesse reconhecido cada benção que seu espírito recebeu durante todos os anos que você está vivo. Como seria o hoje se você tivesse reconhecido a benção ou o intento amoroso mais profundo que lhe foi oferecido através de cada relacionamento e circunstância desenrolada? Você rapidamente seria uma pessoa muito feliz.


Fonte: Mensagens dos Anjos através das Flores
Autora: Meredith L. Young-Sower





Vale a Pena? 

A pessoa ciumenta e invejosa não agüenta ver seu colega bem sucedido. Por incrível que pareça, ela se entristece com a alegria do Amigo. Por isso, dá um jeitinho de ferir o colega na "alma", bem discretamente. 

Usa daquela tática diabólica do falso Amigo: fere com a mão esquerda e acaricia com a direita. Como pode ser feliz uma criatura desse tipo? Como pode alegrar-se com a infelicidade do outro? Será que tal pessoa, quando olha no espelho, não fica com vergonha de si mesma? Afinal, vale a pena uma vida desse tipo? 

Autor: Pe. Luiz Cechinato














MEDITAR EM DEUS

A Sabedoria Latente Divina do Ser Humano


Este mundo é repleto de sabedoria, amor, Vida, provisão e harmonia de Deus. Nós, que nascemos neste mundo de Deus, somos todos filhos de Deus. Portanto, somos originalmente repletos de saúde e recebemos do Pai tudo o que nos é necessário. Existem pessoas que não acreditam nisso e contestam: “Mas o fato é que sofrimentos e doenças existem, e podemos presenciá-los”. Dizem também que, muitas vezes, vêem infortúnios e desgraças diante de si; e que a pobreza as atormenta realmente, sob a forma de cobradores impiedosos. Tais pessoas argumentam: “Vocês recomendam pensar que existe um mundo perfeito e harmonioso aqui e agora, que somos saudáveis e prósperos desde o princípio, mas é impossível pensar desse modo”. Que tipo de mentalização devemos fazer quando não conseguimos crer na perfeição original? Devemos mentalizar ou pronunciar energicamente as seguintes palavras: “Não admito a existência desta doença (ou outros infortúnios). Eu o expulso do meu mundo, e ele deixa de existir”. Suponhamos que você, neste momento, esteja com dor de dente; mesmo que tente afirmar mentalmente que não está com dor de dente, acha que está mentindo e não consegue sentir realmente que a dor não existe. Nesse caso, o que você deve fazer? Poderá mentalizar ou proferir categoricamente as seguintes palavras: “Não admito a existência da dor de dente. Agora, a dor de dente deixa de existir”. Essa, porém, é uma “maneira dualística” de admitir o bem, porque, em primeiro lugar, reconhece a existência do mal (“Estou com dor de dente”) e só então tenta-se negá-la. O verdadeiro despertar é aquele em que, mesmo no auge da dor, consegue-se compreender que ela não existe. Pensar em sanar a dor de dente depois de reconhecer a sua existência é uma postura mental dualística. Quando a pessoa não consegue abandonar a visão de mundo segundo a qual o bem e o mal se confrontam incessantemente, recorre à “maneira dualística” de admitir o bem que consiste em reconhecer primeiro o mal ou a dor e depois procurar expulsá-los.

Muitas vezes, é possível sentir o sofrimento abrandar quando se procura trazê-lo à tona e expulsá-lo expressando-o verbalmente. No verão, muitas pessoas se queixam: “Ufa! Que calor!”. Se eles afirmassem que o “tempo está agradável” em vez de reclamar tanto do calor, talvez se sentissem melhor. Mas, às vezes, dizer repetidamente “Que calor! Que calor!” é um instinto natural de afastar o calor. Se bem que as pessoas ao redor podem incomodar-se ao ouvir essas queixas, pois, influenciadas pelo poder da palavra, sentem mais calor, enquanto o próprio queixoso se sente um pouco aliviado. O carma do pensamento apaga-se após manifestar-se concretamente. Assim, o carma do pensamento “Que calor!” se desfaz ao ser manifestado verbalmente. É como tirar algo quente e deixar esfriar. Por outro lado, pode-se também repetir a afirmação de que o “tempo está agradável”, o que terá o mesmo resultado de jogar água fria em algo quente. Pelo fato de ser mais eficaz, a Seicho-No-Ie prefere esse método. Dizer “Que calor!” quando sente calor é como deixar escapar o vapor e contribuir para diminuir a sensação de calor. Portanto, agir assim não é ruim para a própria pessoa. Mas o poder da palavra influi nas pessoas ao redor e, às vezes, cria situações complicadas que trazem resultados ruins. A “fórmula” da Seicho-No-Ie consiste no seguinte: mesmo no calor, não dizer que está calor e afirmar que o tempo está agradável e, desse modo, mudar a disposição de espírito. Com isso, pode-se sentir realmente uma sensação agradável. Em suma, trata-se de eliminar da mente a idéia de “calor escaldante”. Ou seja, é direcionar a mente para o pensamento iluminador. Mesmo nas horas sombrias, devemos afirmar que vemos a claridade, e mesmo sentindo dor, devemos dizer que sentimo-nos bem, para mudar o estado mental com o poder da palavra. Com isso, a sensação sombria acaba dando lugar à boa disposição, e a dor é substituída pela sensação agradável.

Do livro Kōfuku no Genri (ainda não editado em português; tít. prov.: Princípio Básico da Felicidade), pp. 126-129

14/11/2008

Fonte: Seicho-no-ie do Brasil/ Meditar em Deus-fazer o bem leitura